Sobre la revista
Foco e Escopo
1. Missão
A REVISTA QUESTÕES TRANSVERSAIS – EPISTEMOLOGIAS DA COMUNICAÇÃO responde a dois projetos articulados.
Primeiramente, é resultado do projeto Crítica Epistemológica (PROCAD) que buscou organicidade no debate sobre questões relacionadas aos objetos, métodos e metodologias no campo da comunicação no Brasil e no mundo. Transfere, para o projeto da Revista, os formatos de interação desenvolvidos no projeto PROCAD (2008–2016). A marca desse formato objetiva uma metodologia de interlocução a partir de uma diversidade de angulações.
Tendo como base essa experiência, a proposta se dirige ao conjunto dos pesquisadores de ciências sociais, especialmente na área da comunicação, que estejam em diálogo com perspectivas e tensionamentos no Brasil e no plano internacional, acompanhando, de maneira sensível, os debates em curso no Norte, Sul, Leste e Oeste, em torno do pensamento comunicacional (em particular, os identificados em sociedades científicas correlatas – COMPÓS, ALAIC, IAMCR, SFSIC etc.).
Nesse sentido, a proposta é de uma revista centrada no debate em processo ou estimulado entre diversas angulações epistemológicas no campo da comunicação. Suas chamadas não serão temáticas nem conforme determinadas escolas, mas de debate explícito entre enfoques epistemológicos diferenciados no campo da comunicação no Brasil e no mundo. Assim, será estimulado o debate entre correntes fundadas no pensamento em ciências sociais, teorias do signo, teoria literária, técnica e tecnologia, considerando as ações, interações, práticas e filosofia em comunicação e processos midiáticos, levando em conta especialmente os seguintes eixos:
- Questões, problemas e conceitos do campo da comunicação;
- Objetos e métodos de investigação;
- Crítica epistemológica;
A partir de 2026, a Revista Questões Transversais passa a gestão editorial da Rede Pesquisas em Midiatização e Processos Sociais, sob responsabilidade editorial do Midiaticom (https://midiaticom.org/), com a presença de mais de cinco dezenas de pesquisadores de instituições do Brasil, Argentina, França, Suécia e Rússia. O Comitê Editorial é formado por pesquisadores de Programas de Pós-graduação de Excelência no Brasil (UFSM, UFBA, UFF, USP, PUC-RS, PUC-SP, UFRGS, UFG, UNB e UFS), Argentina (UBA e UNR), Suécia (Södertörn University) e França (Universidade de Grenoble).
Esta nova configuração corresponde ao projeto de Rede Internacional de Pesquisas em Midiatização, que realiza anualmente o Seminário Midiatização e Processos Sociais. A Rede Internacional de Pesquisas em Midiatização e Processos Sociais foi construída nas últimas décadas, por iniciativa do Grupo de Pesquisa MIDIATICOM, no extinto PPGCC-Unisinos, em conjunto com os pesquisadores da Linha de Pesquisa Midiatização e Processos Sociais. Nestas duas décadas, o grupo liderou iniciativas que resultaram em interações, interlocuções e cooperação nacional e internacional de pesquisas, projetos correlatos, produção bibliográfica intensa e mobilidade de pesquisadores. Parcerias nacionais e internacionais de pesquisa ´podem ser vistas no sgeuinet link: https://midiaticom.org/e-books/.
Mantendo o escopo epistemológico e metodológico supracitado (fundado pelo projeto PROCAD), a QUESTÕES TRANSVERSAIS trata-se de um periódico que almeja desenvolver também reflexões transversais com os seguintes objetivos:
- Consolidar as investigações conduzidas no Sul (especialmente no Brasil e na Argentina), no âmbito da linhagem de pesquisa em Midiatização e Processos Sociais, como referência de interlocução internacional, evitando, assim, um processo recorrente no qual as pesquisas do Sul não participam do cenário internacional de pesquisa. Tal consolidação é especialmente relevante considerando que essa linhagem vem se fortalecendo também na América do Sul, na Europa e nos Estados Unidos como referência nos estudos em comunicação.
- Construção cooperativa de conhecimento em rede, abrangendo interlocuções nacionais e internacionais.
- Produção de bibliografia de sistematização, visando referências de pesquisa em midiatização, para além da sobreposição de correntes sem problematização teórica e metodológica
- Diferenciar e articular perspectivas de pesquisas em midiatização considerando correntes do Brasil, Argentina e da Europa.
- Tensionar a linhagem de pesquisa em Midiatização entre as várias correntes (semio-antropológica, institucionalistas e construtivistas) (ver estado da arte)
- Tensionar a linhagem de pesquisa em Midiatização com outras linhagens de pesquisa acionadas no campo da comunicação no Brasil (em especial, com as teorias de mediações, semiose, cibercultura e economia política da comunicação).
- Analisar potenciais e limites da linhagem de pesquisa da midiatização quando busca inteligibilidade de processos sociais contemporâneos, considerando temas econômicos, culturais e políticos.
2. Atribuições dos Editores com apoio consultivo do Comitê Editorial
- Fixar as diretrizes editoriais do periódico pelo qual é responsável, em conjunto com o Comitê Editorial, quando houver;
- Providenciar, em conjunto com a Editoria de Periódicos, a indexação do periódico no maior número possível de bases de dados da área do conhecimento, nacionais e internacionais;
- Rrevisar ou atualizar diretrizes que orientam a seleção de integrantes da Comissão Científica do respectivo periódico;
- Indicar os integrantes da Comissão Científica;
- Estabelecer critérios e procedimentos para a aprovação de artigos;
- Acolher, analisar e submeter artigos à avaliação de integrantes da Comissão Científica, estipulando prazos para retorno de pareceres solicitados e acompanhando a observância dos mesmos;
- Preservar registros, pareceres e documentos referentes aos artigos avaliados pela Comissão Científica;
- Manter contato contínuo com instituições de ensino e pesquisa, nacionais e estrangeiras, com vistas a incentivar e incrementar a publicação de autores convidados;
- Zelar pela qualidade técnica, científica e textual, pela estabilidade do perfil e dos objetivos da periódico e pela regularidade e continuidade de sua publicação impressa e/ou eletrônica;
- Auxiliar no planejamento e na execução do processo de divulgação do periódico;
- Promover a avaliação da qualidade e relevância científica do periódico, com base em recomendações, critérios políticas, normas e padrões definidos e acompanhar seu desempenho em relação ao número de citações que o periódico recebeu, ou, no caso de publicação eletrônica, ao número de acessos ao conteúdo do periódico.
3. Sobre atribuições do Comitê Científico
- O periódico contará com uma Comissão Científica indicada pelo Comitê Editorial, com atribuições consultivas e de assessoramento, composta por doutores ou profissionais de notório saber na área correspondente, e que sejam vinculados a diferentes instituições de ensino ou pesquisa, nacionais e internacionais.
- Pelo menos 70% dos membros da Comissão Científica deverão pertencer a outras instituições de ensino ou pesquisa.
- Os artigos recebidos para publicação deverão ser submetidos à análise e avaliação técnico-científica de integrantes da Comissão, ficando a publicação do artigo sujeita aos termos do parecer do conselheiro que o analisar.
- Os integrantes da Comissão Científica colaborarão com o Editor responsável pelo periódico, na captação de trabalhos para publicação e no incremento da publicação de autores convidados, bem como na identificação e proposição de novos integrantes ou de integrantes ad hoc, para a Comissão.
Processo de Avaliação pelos Pares
A revista está permanentemente aberta à submissões. São aceitos para a publicação somente trabalhos originais, inéditos, e que não estejam sendo avaliados parapublicação em outra revista. Textos podem ser redigidos em português, inglês ouespanhol.Os artigos devem ser enviados eletronicamente, seguindo as etapas do sistema que tempor objetivo dar assistência à edição dos periódicos científicos em cada etapa doprocesso de editoração.
A publicação dos artigos está sujeita à aprovação prévia da Comissão Editorial da revista, após o que serão submetidos à avaliação do tipo peer review feita por, pelo menos, dois pareceristas externos.
A aceitação final dos artigos depende dos seguintes critérios:
- Recomendação dos pareceristas;
- Efetivação dos ajustes necessários pelo(s) autores(es);
- E aprovação da Comissão Editorial, cuja resolução contemplará seis diferentes avaliações:
- Aceitar;
- Correções obrigatórias;
- Submeter novamente para avaliação;
- Enviar para outra revista;
- Rejeitar
- Ver comentários
A avaliação é:
- Cega, por membros do conselho consultivo ou pareceristas ad hoc;
- Processo de seleção: seleção de artigos em dois níveis: por um dos editores e dois pareceristas (três no caso de Controvérsia);
- Os artigos recebidos e enviados a pareceristas serão colocados na rede antes da publicação da revista e poderão ser acessados por todos os pareceristas (responsáveis ou não por parecer);
- Formulários de avaliação utilizados por revistas A1 Qualis/Capes;
Periodicidade
Desde 2024 (v. 12, n. 23: janeiro–dezembro de 2024), a publicação passou a operar em fluxo contínuo.
Política de Acesso Livre
A Questões Transversais oferece acesso livre imediato ao seu conteúdo, seguindo o princípio de que disponibilizar gratuitamente o conhecimento científico ao público proporciona maior democratização mundial do conhecimento.
Taxa de Rejeição dos Artigos
2013 - A Revista Questões Tranversais recebeu 09 artigos. Deste total, 09 foram aprovados para publicação, representando 100% de aceitação e uma taxa de rejeição de 0%.
2014 - A Revista Questões Tranversais recebeu 18 artigos. Deste total, 13 foram aprovados para publicação, representando 72,22% de aceitação e uma taxa de rejeição de 27,78%.
2015 - A Revista Questões Tranversais recebeu 18 artigos. Deste total, 13 foram aprovados para publicação, representando 72,22% de aceitação e uma taxa de rejeição de 27,78%.
2016 - A Revista Questões Tranversais recebeu 27 artigos. Deste total, 15 foram aprovados para publicação, representando 55,55% de aceitação e uma taxa de rejeição de 44,45%.
2017 - A Revista Questões Tranversais recebeu 40 artigos. Deste total, 16 foram aprovados para publicação, representando 40% de aceitação e uma taxa de rejeição de 60%.
2018 - A Revista Questões Tranversais recebeu 38 artigos. Deste total, 17 foram aprovados para publicação, representando 44.73% de aceitação e uma taxa de rejeição de 55,27%.
2019 - A Revista Questões Tranversais recebeu 84 artigos. Deste total, 26 foram aprovados para publicação, representando 30.95% de aceitação e uma taxa de rejeição de 69,05%.
2020 - A Revista Questões Tranversais recebeu 59 artigos. Deste total, 32 foram aprovados para publicação, representando 54.24% de aceitação e uma taxa de rejeição de 45,76%.
Pareceristas Ad Hoc
Atuação em 2018:
- Ângela Salgueiro Marques, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Departamento de Comunicação Social.
- Antônio Fausto Neto, Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), Programa de Pós Graduação em Comunicação.
- Carla Felix, Universidade Federal Fluminense (UFF), Departamento de Comunicação Social.
- Fabricio Silveira, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Programa de Pós-Graduação em Comunicação.
- Fernanda Carrera, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Escola de Comunicação.
- Francisco José Pimenta, Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), ), Programa de Pós Graduação em Comunicação.
- Francisco Leite, Universidade de São Paulo (USP), Escola de Comunicações e Artes (ECA).
- Irene Machado, Universidade de São Paulo (USP), Escola de Comunicações e Artes (ECA).
- Jairo Ferreira, Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), Programa de Pós Graduação em Comunicação.
- Juliana Vicentini, Universidade de São Paulo (USP), Programa de Pós-Graduação Interunidades em Ecologia Aplicada (ESALQ – CENA)
- Lorena Caminhas, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais.
- Luciana Moretti Fernández, Universidade de São Paulo (USP), Escola de Comunicações e Artes (ECA).
- Lucrecia D'Alessio Ferrara, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Pós-Graduação em Comunicação e Semiótica.
- Luis Mauro Sá Martino, Faculdade Cásper Líbero, Programa de Pós-Graduação em Comunicação na Contemporaneidade.
- Micael Behs, Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), Programa de Pós Graduação em Comunicação.
- Moisés Sbardelotto, Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), Programa de Pós Graduação em Comunicação.
- Potiguara Silveira Jr., Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Programa de Pós Graduação em Comunicação.
- Rafael Grohmann, Universidade de São Paulo (USP), Comunicação Social do Complexo Educacional FMU-FIAM-FAAM.
- Valeria Nascimento, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano (IF Baiano/Reitoria).
- Vera França, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Programa de Pós-Graduação em Comunicação.
Atuação em 2017:
- Adriano Miranda Jesus, Universidade Nove de Julho (UNINOVE-SP), Comunicação Social.
- Ana Carolina Escosteguy, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Programa de Pós-Graduação em Comunicação.
- Ana Carolina Temer, Universidade Federal de Goiás (UFG), Programa de Pós-Graduação em Comunicação.
- Ana Paula Rosa, Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), Programa de Pós Graduação em Comunicação.
- André Lemos, Universidade Federal da Bahia (UFBA), Departamento de Comunicação e Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas.
- Benjamim Picado, Universidade Federal Fluminense (UFF), Departamento De Estudos Culturais e Mídia.
- Carlos Pernisa Júnior, Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Programa de Pós Graduação em Comunicação.
- Daniela Schmitz, membro do Núcleo de Pesquisa Comunicação e Práticas Culturais (UFRGS).
- Edu Jacques Filho, Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), Programa de Pós Graduação em Design.
- Eloísa Joseane Klein, Universidade Federal do Pampa (Unipampa), Programa de Pós Graduação em Comunicação.
- Florence Dravet, Universidade Católica de Brasília (UCB), Programa de Pós graduação em Educação.
- Francisco José Pimenta, Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), ), Programa de Pós Graduação em Comunicação.
- Francisco Leite, Universidade de São Paulo (USP), Escola de Comunicações e Artes (ECA).
- Gislene da Silva, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Programa de Pós-Graduação em Jornalismo.
- Goiamerico Carneiro, Universidade Federal de Goiás (UFG), Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Direitos Humanos.
- Gustavo Fischer, Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), Programa de Pós Graduação em Comunicação.
- Jacques Wainberg, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), Programa de Pós-Graduação em Comunicação.
- Jairo Ferreira, Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), Programa de Pós Graduação em Comunicação.
- Jiani Bonin, Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), Programa de Pós Graduação em Comunicação.
- João Carlos Correia, Universidade Beira do Interior, Departamento de Artes e Comunicação.
- Juliana Vicentini, Universidade de São Paulo (USP), Programa de Pós-Graduação Interunidades em Ecologia Aplicada (ESALQ – CENA).
- Lucas Santiago Reino, Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Mestrado em Comunicação Contemporânea.
- Luciana Moretti Fernández, Universidade de São Paulo (USP), Escola de Comunicações e Artes (ECA).
- Luis Mauro Sá Martino, Faculdade Cásper Líbero, Programa de Pós-Graduação em Comunicação na Contemporaneidade.
- Luiz Signates, Universidade Federal de Goiás (UFG), Programa de Pós-Graduação em Comunicação.
- Maria Clara Aquino Bittencourt, Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), Programa de Pós Graduação em Comunicação.
- Micael Behs, Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), Programa de Pós Graduação em Comunicação.
- Natália Anselmino, Universidad Nacional de Rosario, Comunicación Social.
- Patrícia Saldanha, Universidade Federal Fluminense (UFF), Instituto de Arte e Comunicação Social.
- Potiguara Silveira Jr., Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Programa de Pós Graduação em Comunicação.
- Rafael Grohmann, Universidade de São Paulo (USP), Comunicação Social do Complexo Educacional FMU-FIAM-FAAM.
- Ronaldo Henn, Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), Programa de Pós Graduação em Comunicação.