Ixíon, o mitema do duplo e a imagem da queda espiralada em Um corpo que cai

Autores/as

Palabras clave:

cinema, imaginário , imagem , mito , mitocrítica fílmica

Resumen

Aos 65 anos, Um corpo que cai já foi tema de críticas e análises fílmicas hábeis em destacar suas significações audiovisuais. Entretanto, ainda que marcado por narrativa e soluções técnico-estéticas inovadoras, o filme de Alfred Hitchcock é movido por um antigo simbolismo. Nesta mitocrítica fílmica, buscaremos interpretá-lo por meio dos conteúdos do imaginário antropológico que o regem. Tentaremos demonstrar como sentidos propostos pelo mito grego de Ixíon, pelo mitema do duplo, pela dualidade arquetípica de vida/morte e pela imagem simbólica da queda espiralada inspiram uma trama repleta de vertigens, amor obsessivo, traições, duplicidades e morte.

Biografía del autor/a

Danilo Fantinel, PPGCOM - UFRGS

Doutor em Comunicação pelo PPGCOM da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), faz pós-doutorado na Universidade Paulista (UNIP) com bolsa Capes.

Publicado

2023-12-07

Cómo citar

FANTINEL, Danilo. Ixíon, o mitema do duplo e a imagem da queda espiralada em Um corpo que cai. Questões Transversais, [S. l.], v. 11, n. 21, 2023. Disponível em: https://qt.midiaticom.org/questoes/article/view/92. Acesso em: 21 mar. 2026.